Patrício Gordon era um anti-taurino nato, convicto que as corridas de toiros eram “um ato diabólico e atormentador”, até que a sua namorada Gina Marquez, o convidou para ir assistir a uma corrida de toiros. Nessa altura, o argentino mudou a sua opinião sobre a maneira de ver a tauromaquia, “Notei nos aficionados muito interesse pelo estado físico e mental dos touros, protegendo-os quase, além de os admirarem. É algo que nunca esquecerei porque quando era contra a tourada imaginava que era tudo ao contrário”, afirmou Gordon.

O argentino pensava que “antes de entrar na arena batiam [nos touros], deixavam-nos em quartos escuros, não os alimentavam, maltratavam-nos e faziam outras maldades para os touros entrarem na arena fracos”. Patrício Gordon, gostou de tal forma deste mundo que transformou a sua casa num museu taurino, escreveu um livro sobre a tauromaquia e ensinou o filho de dois anos a tourear.

Gordon vive em Los Angeles, nos EUA, mas viaja todos os anos até Espanha para assistir a diversas corridas de toiros. O seu toureiro de eleição é Morante de la Puebla, e o argentino não hesita ao considera-lo como o “Messi do toureio”.

fontes: Diário de Notícias e El Mundo

foto: El Mundo