Donald Trump foi eleito foi eleito o 45º Presidente dos Estados Unidos da América. Os republicanos também ganharam o Senado e a Câmara dos Representantes.

Ao longo dos últimos tempos, o magnata e candidato republicano à Casa Branca foi ridicularizado a nível mundial. Ontem “limpou tudo” e provou que o velho ditado popular continua atual e verídico: “o último a rir-se é quem se ri melhor”. Durante a campanha Trump esmagou 16 adversários na corrida pela nomeação no Partido Republicano, não só foi eleito Presidente dos Estados Unidos da América, como praticamente apagou do mapa político do país as duas famílias mais influentes das últimas décadas: os Bush e os Clinton.

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O candidato do Partido Republicano, conseguiu a maioria dos eleitores que formam o colégio eleitoral, ultrapassando a fasquia dos 270 obrigatórios, com as vitórias na Pensilvânia (48,9%) e Wisconsin (48,7%), tornando-se o Presidente dos Estados Unidos da América, a partir do dia 20 de Janeiro.
Nos chamados estados oscilantes – swing states – , Donald Trump foi superior a Hillary Clinton, vencendo a democrata no Ohio, na Florida, na Carolina do Norte e no Iowa.
Após a vitória, Trump mudou a retórica do seu discurso, reiterando que não foi uma vitória pessoal, mas antes de “um movimento composto por norte-americanos de todas as raças, religiões, classes e crenças que querem e esperam que o nosso governo esteja ao serviço do povo”.
Para além de ser o primeiro não politico a venceu as eleições em terras de Tio Sam, esta foi sem dúvida alguma uma derrota das sondagens e dos media, que apontavam claramente à vitória da candidata democrata Hilary Clinton.
A realidade é que os Estados Unidos são uma sociedade muito diversificada, dividida e acima de tudo muito complexa a nível social, ético, religioso e cultural. A verdade é que “o povo é quem mais ordena” e o povo votou em Donald Trump.
foto: AP/LM Otero
video e gráfico: CNN