Cinquenta e um anos separam o primeiro do último indulto, que aconteceram na história da Real Maestranza de Caballería de Sevilla.

A 12 de Outubro de 1965 Rafael Astola (um novilheiro que nunca chegou a tomar a alternativa), indultou um novilho  da ganadaria de Marquês de Albaserrada, de seu nome “Laborioso”.

Quarenta anos depois,  a 30 de Abril de 2011  seria a vez do “Arrojado”, ser o responsável pelo segundo indulto de Sevilha.

Este astado da ganadaria de Nuñez del Cuvillo, entrou para a história da Tauromaquia ao ser o primeiro toiro a ser indultado na arena do Paseo de Cristóbal Colón.

José Maria Manzanares (filho), foi o diestro que teve a sorte de saborear as investidas deste animal.

Na semana passada, 51 anos depois do indulto do “Laborioso”, Manuel Escribano, indultou o segundo toiro da história da Real Maestranza de Caballería de Sevilla, o “Cobradiezmos” da ganadaria de Victorino Martín, com o número 37, de pêlo cárdeno, e 562 kilos de peso, nascido em Dezembro de 2011.

3 indultos, uma só essência: a bravura!

Assista às primeiras imagens do regresso de “Cobradiezmos”, à ganadaria de Victorino Martín. Onde vai viver em liberdade o resto da sua vida e vai ser pai de futuros toiros de lide, que oxalá sejam tão bons nas arenas como foi o seu progenitor.

O Toiro é o elemento fundamental da Festa Brava, é ele que tudo dá e tudo tira. E é ele e só ele, o responsável máximo pela Tauromaquia nunca morrer!

Foto: cultoro.com